segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Broncopneumonia


É uma inflamação dos brônquios, bronquíolos e alvéolos vizinhos, agrupados em focos, aproximadamente do tamanho de bolinhas de ping-pong, disseminados pelos glóbulos dos dois pulmões.


É originada de complicações de processos infecciosos gerais ou, também, de um processo laringo-traqueobronquite agudo ou crônico. Pode também ser consequência de uma Broncoaspiração.

A broncopneumonia é acompanhada de suor, febre, arrepio, dispnéia, tosse e taquicardia, entre outros.


Os agentes responsáveis são: Staphylococcus, Streptococcus e H.Influenza Consolidação.

Hemossiderina


É um pigmento anormal microscópico de origem endógena, encontrado no corpo humano. Possui uma coloração acastanhada, sendo resultante da degredação de hemácias.
É composto de óxido de ferro e pode se acumular em diferentes órgãos em diversas doenças. O ferro é necessário para muitas das reações químicas do corpo mas é tóxico quando não estiver adequadamente contido. Consequentemente, muitos métodos de armazenologiaamento do ferro foram desenvolvidos.



Patofisiologia


A formação de hemossiderina geralmente ocorre após sangramento (hemorragia) em um órgão. Quando o sangue deixa um vaso sangüíneo rompido, suas células morrem e a hemoglobina das hemácias (células vermelhas do sangue) é liberada no espaço intracelular. Leucócitos chamados macrófagos englobam (fagocitam) a hemoglobina para degradá-la, produzindo hemossiderina e porfirina.

Bilirrubina


É o principal produto do metabolismo do heme da hemoglobina. Cerca de 70% a 80% da bilirrubina são provenientes da destruição dos eritrócitos, hemácias, velhos(as), 15% de fontes hepáticas, e o restante é proveniente da destruição de hemácias defeituosas na medula óssea e nos citocromos.


Os tipos de bilirrubina:


Existem portanto dois tipos de bilirrubina circulantes - a conjugada, também chamada de bilirrubina direta, e a não-conjugada, chamada de bilirrubina indireta. No entanto, existe um terceiro tipo de bilirrubina, chamada de bilirrubina delta, do tipo conjugada de reação rápida e ligada à albumina permanentemente por uma ligação covalente.

Antracose


É uma lesão pulmonar caracterizada por pigmentação por sais de carbono, observada em mineradores, populações de grandes centros urbanos ou de áreas poluídas, além de fumantes. Têm caráter inócuo, porém sua evolução pode originar disfunções pulmonares graves, principalmente em profissionais que constantemente entram em contato com a poeira de carvão. As partículas de carvão permanecem no tecido pulmonar ou nos linfonodos por toda a vida, porém quando de forma excessiva podem causar fibrose pulmonar.

Macroscopia
Em uma análise macroscópica, nota-se um pulmão com aspecto enegrecido ou piltagado, tendo as partes ventrais dos lobos mais afetadas que as dorsais, sendo afetados também os linfonodos regionais.

Microscopia
Em análise microscópica, verifica-se as partículas como pigmento negro, livre ou fagocitado, muito finas e não-refringentes.

Esteatose


Degeneração gordurosa ou Esteatose ou infiltração gordurosa ou metamorfose gordurosa é o acúmulo anormal e reversível de lipídeos no citoplasma de células parenquimatosas, hepatócitos e fibras do miocárdio, onde normalmente lipídeos não seriam evidenciados histologicamente, formando vacúolos em conseqüência de desequilíbrios na síntese, utilização ou mobilização.

Lipofuscina





A lipofuscina é um pigmento fino, castanho-dourado, constituído por fosfolípides e proteínas, que resulta da digestão incompleta dos restos celulares (lixo celular) É mais freqüente nas células perenes ou envelhecidas, daí o nome de pigmento de desgaste ou de envelhecimento com que também é conhecido.

Cervicite


Causas, incidência e fatores de risco:
A cervicite é freqüentemente causada por infecção. Entretanto, em alguns poucos casos, pode ser atribuída a exposição química ou a um corpo estranho, como pessário (dispositivo colocado na vagina para suportar o útero), capuz cervical (dispositivo para controle de natalidade) ou diafragma. Quando há objetos estranhos envolvidos no caso, a infecção ainda é freqüentemente a causa da cervicite. Entretanto, a presença de um objeto estranho pode criar condições que tornam o colo uterino mais suscetível à infecção (áreas irritadas ou inflamadas, aumento de secreção, métodos de inserção anti-higiênicos, etc. )
A cervicite é muito comum. Ela afeta mais da metade das mulheres em algum momento da fase adulta de suas vidas. Há um aumento de risco associado à relação sexual precoce, ao comportamento sexual de alto risco, a múltiplos parceiros sexuais e a antecedentes de doença sexualmente transmissível.

Sintomas:
• secreção vaginal não-usual
o persistente
o pode ser profusa e com odor
o cor: cinza , branca ou amarela
• sangramento vaginal anormal
o após relação sexual
o entre menstruações
o após a menopausa
o sensação de pressão ou peso na pélvis
• relações sexuais dolorosas
• dor vaginal
Obs.: É possível que não haja nenhum sintoma.

Tratamento:
As causas infecciosas são tratadas sob prescrição médica (antibióticos ou antifúngicos). Os medicamentos podem ser tomados por via oral (por boca) ou aplicados topicamente (creme ou loção). Pode-se iniciar terapia hormonal, principalmente em mulheres pós-menopausadas. A criocirurgia, a eletrocauterização e a terapia a laser são outras opções de tratamento a se considerar, caso medidas menos invasivas não tenham êxito.

DOENÇA DE HUNTINGTON


DOENÇA DE HUNTINGTON


A doença de Huntington é uma afeção degenerartiva progressiva do sistema
nervoso com padrão de herança autossômico dominante de penetrância completa.

O quadro sindrômico caracteriza-se por movimentos involuntários coreiformes
e alterações cognitivas que desenvolvem-se em torno dos 40 anos de idade,
progredindo até a morte em um período de aproximadamente 10 a 15 anos.

O diagnóstico da coréia de Huntington é realizado após a observação das
manifestações clínicas típicas da síndrome, associada com uma história familiar
positiva de coréia de Huntington. A confirmação do diagnóstico é feito utilizando a
técnica de PCR, que permite a contagem do número de expansões CAG presentes
na porção 5’do gene IT15 no braço curto do cromossomo 4.

A Doença de Huntington (DH) também conhecida como coréia de Huntington,
tem esse epônimo em homenagem a George Huntington, autor da primeira
publicação científica da síndrome clínica, que foi apresentada em abril de 1872, na
revista norte-americana "the medical and surgery reporter"1 com o nome de coréia
hereditária.

“A doença comumente se inicia por leves abalos dos músculos da face, que
aumentam gradativamente em violência e variedade. As pálpebras são mantidas
piscando, a testa franzida depois elevada, o nariz torcido para um lado e depois para
o outro e a boca se volta em direções variadas, dando ao paciente a aparência mais
ridícula que se possa imaginar”.

EPIDEMIOLOGIA

A prevalência de indivíduos afetados com DH tem uma distribuição relativamente homogênea em todo mundo variando de 5 a 10 casos por 100.000 indivíduos.
No Brasil não existem dados sobre a real prevalência ou incidência da coréia de Huntington.

GENÉTICA

Tipo de herança
Atualmente, estão descritos milhares de fenótipos mendelianos, sendo que
boa parte são caracteres autossômicos dominantes.

ALTERAÇÕES GÊNICAS

A DH é primariamente uma doença monogênica o que reforça a necessidade
de sabermos qual o gene específico desta doença e o seu produto de transcrição.

FISIOPATOLOGIA

O gene IT15 normal é responsável pela codificação da
proteína"huntingtina”. Ela está presente em vários tecidos do corpo,
embora esteja mais concentrada no cérebro. O RNA mensageiro (RNAm) Huntington - responsável pela síntese da proteína huntingtina - é expresso em níveis elevados em neurônios de todo o sistema nervoso, estando também presente com menos freqüência em outras regiões do organismo.

A primeira alteração neuropatológica da DH é a perda de neurônios na parte
paraventricular medial do núcleo caudado e no putâmen dorsal.

MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS

A doença de Huntington (DH) é um distúrbio degenerativo progressivo que
causa alterações no controle motor e emocional, prejuízo da habilidade cognitiva e o aparecimento de movimentos involuntários, classicamente a coréia.
O começo das manifestações clínicas pode ser prenunciado por uma alteração na
personalidade, que interfere com a capacidade com a capacidade do paciente de
adaptar-se ao seu ambiente.
Um sinal precoce da doença é a incapacidade de realizar, corretamente,
movimentos seqüenciais ou de executar, de maneira rápida e harmônica,
movimentos simples repetidas vezes. Alterações sutis na marcha podem ser
observadas no começo da doença e, com a progressão dessa, as dificuldades
tornam-se mais pronunciadas.

DIAGNÓSTICO

O diagnóstico da DH pode ser realizado baseado na presença das
manifestações clínicas de disfunção motora progressiva, envolvendo movimentos
voluntários e involuntários, acompanhados de distúrbios mentais como déficit cognitivo, distúrbios afetivos e alterações de personalidade em pacientes que
apresentam uma história familiar positiva de DH.

TRATAMENTO

A doença de Huntington é uma enfermidade incurável, cuja progressão não
pode ser interrompida, sendo que o tratamento é puramente sintomático. A terapia
farmacológica, com drogas bloqueadoras dos receptores dopaminérgicos, como as
fenotiazinas ou o haloperidol, pode controlar a discinesia e alguns dos distúrbios
comportamentais.

RUBÉOLA


O que é?


Doença infecciosa causada por vírus (classificado como um togavirus do gênero Rubivirus), que acomete crianças e adultos, embora esteja entre as que os médicos comumente denominam como próprias da infância. Trata-se de doença comumente benigna que cursa com febre, “rash” (manchas tipo “urticária” na pele) que dura aproximadamente 3 dias e aumento de gânglios linfáticos (linfonodomegalias para os médicos e ínguas para os leigos) embora possa apresentar-se de forma “subclínica” (quando o paciente praticamente não sente nada). Pode tornar-se potencialmente grave quando acomete mulheres grávidas, pois pode causar mal-formações no feto, sobretudo quando contamina gestantes no primeiro trimestre. Raramente pode ser causa de inflamação em articulações (artrite) em adultos. Outra designação que os médicos comumente usam para doenças virais que causam manchas na pele como a rubéola é de viroses exantemáticas (que causam exantema que é a expressão médica para designar as manchas da pele).

Pré-eclampsia e eclampsia na gravidez


Riscos de pré-eclampsia e eclampsia na gravidez
Enquanto a pré-eclampsia se apresenta em aproximadamente 5% de todas as gravidezes, a eclampsia pode ocorrer em 1 em cada 2 a 3 mil gravidezes.
O risco de sofrer uma pré-eclampsia é maior nas mulhere com gravidezes múltiplas, em mães adolescentes e mulheres maiores de 40 anos de idade. Também se incluem aquelas que têm a pressão sanguínea alta ou doenças dos rins. Quanto ao feto, a maioria das mulheres com pré-eclampsia dão a luz a bebês saudáveis. Umas poucas desenvolvem uma eclampsia. A pré-eclampsia pode prevenir que a placenta, que é a que proporciona ar e alimento ao seu bebê, obtenha sangue suficiente. Se isso ocorrer, o bebê receberá menos ar e alimento, o que poderá fazer com que o bebê nasça com baixo peso ou com outros problemas.
Sintomas e sinais de pré-eclampsia e eclampsia na gravidez
Quando a mulher grávida sofre de uma eclampsia, geralmente pode apresentar sintomas como convulsões, agitação intensa, perda da consciência e ausência de respiração durante breves períodos, além de possíveis dores músculo-esqueléticos e alterações na retina ocasionadas pela hipertensão.
No caso de que sofra uma pré-eclampsia, pode apresentar sintomas como inchaço das mãos, rosto, tornozelos e pés, ganho exagerado de peso, dor de cabeça forte e persistente, alguns transtornos visuais, dor no abdômen superior, pressão sanguínea alta, sangue na urina, taquicardia, náuseas e vertigem, etc.
Tanto a eclampsia como a pré-eclampsia podem também alterar os resultados analíticos do hematócrito, ácido úrico, creatinina, e diferencial sanguíneo. Um exame de urina pode demonstrar se existe proteína presente na urina da mulher grávida.

Doença de Chagas

O que é?

É uma doença infecciosa causada por um protozoário parasita chamado Trypanosoma cruzi, nome dado por seu descobridor, o cientista brasileiro Carlos Chagas, em homenagem a outro cientista, também, brasileiro, Oswaldo Cruz.

Como se adquire?

Através da entrada do Trypanosoma no sangue dos humanos a partir do ferimento da “picada” por triatomas, os populares barbeiros ou chupões, como são conhecidos no interior do Brasil.
Estes triatomas, ou barbeiros, alimentam-se de sangue e contaminam-se com o parasita quando sugam sangue de animais mamíferos infectados, que são os reservatórios naturais (bovinos, por exemplo) ou mesmo outros humanos contaminados. Uma vez no tubo digestivo do barbeiro, o parasita é eliminado nas fezes junto ao ponto da “picada”, quando sugam o sangue dos humanos que por aí infectam-se.
Outras formas de contato ocorre na vida intra-uterina por meio de gestantes contaminadas, de transfusões sanguíneas ou acidentes com instrumentos de punção em laboratórios por profissionais da saúde, estas duas últimas bem mais raras.

O que se sente?

A doença possui uma fase aguda e outra crônica. No local da picada pelo “vetor” (agente que transmita a doença, no caso, o barbeiro), a área torna-se vermelha e endurecida, constituindo o chamado chagoma, nome dado à lesão causada pela entrada do Trypanosoma. Quando esta lesão ocorre próxima aos olhos, leva o nome de sinal de Romaña. O chagoma acompanha-se em geral de íngua próxima à região.
Após um período de incubação (período sem sintomas) variável, mas de não menos que uma semana, ocorre febre, ínguas por todo o corpo, inchaço do fígado e do baço e um vermelhidão no corpo semelhante a uma alergia e que dura pouco tempo. Nesta fase, nos casos mais graves, pode ocorrer inflamação do coração com alterações do eletrocardiograma e número de batimentos por minuto aumentado. Ainda nos casos mais graves, pode ocorrer sintomas de inflamação das camadas de proteção do cérebro (meningite) e inflamação do cérebro (encefalite). Os casos fatais são raros, mas, quando ocorrem, são nesta fase em decorrência da inflamação do coração ou do cérebro. Mesmo sem tratamento, a doença fica mais branda e os sintomas desaparecem após algumas semanas ou meses. A pessoa contaminada pode permanecer muitos anos ou mesmo o resto da vida sem sintomas, aparecendo que está contaminada apenas em testes de laboratório. A detecção do parasita no sangue, ao contrário da fase aguda, torna-se agora bem mais difícil, embora a presença de anticorpos contra o parasita ainda continue elevada, denotando infecção em atividade.
Na fase crônica da doença, as manifestações são de doença do músculo do coração, ou seja, batimentos cardíacos descompassados (arritmias), perda da capacidade de “bombeamento” do coração, progressivamente, até causar desmaios, podendo evoluir para arritmias cardíacas fatais. O coração pode aumentar bastante, tornando inviável seu funcionamento. Outras manifestações desta fase podem ser o aumento do esôfago e do intestino grosso, causando dificuldades de deglutição, engasgos e pneumonias por aspiração e constipação crônica e dor abdominal.
Mais recentemente, a associação de doença de Chagas com AIDS ou outros estados de imunossupressão tem mostrado formas de reagudização grave que se desconhecia até então, como o desenvolvimento de quadros neurológicos relacionados à inflamação das camadas que revestem o cérebro (meningite).
Como se faz o diagnóstico?

Sempre se deve levantar a suspeita quando estamos diante de um indivíduo que andou por zona endêmica e apresenta sintomas compatíveis. Testes de detecção de anticorpos ao Trypanosoma no sangue mais comumente, bem como a detecção do próprio parasita no sangue, nas fases mais agudas, fazem o diagnóstico.
Como se trata?

A medicação utilizada, no nosso meio, é o benzonidazole, que é muito tóxico, sobretudo pelo tempo de tratamento, que pode durar de três a quatro meses. Seu uso é de comprovado benefício na fase aguda. Na fase crônica, o tratamento é dirigido às manifestações. A diminuição da capacidade de trabalho do coração é tratada como na insuficência deste órgão por outras causas, podendo, em alguns casos, impor até a necessidade de transplante.
Como se previne?

Basicamente, pela eliminação do vetor, o barbeiro, por meio de medidas que tornem menos propício o convívio deste próximo aos humanos, como a construção de melhores habitações.
NOTA: a recente forma de contaminação desta doença, no litoral do estado de Santa Catarin
a

Elefantíase

A elefantíase (filariose linfática) é a filariose mais comum e é causada principalmente pelas espécies Wuchereria bancrofti e Brugia malayi. As larvas do parasita, denominadas microfilárias, são encontradas no sangue de indivíduos infectados e são ingeridas por animais que se alimentam de sangue (hematófagos). Depois de passar parte do ciclo vital dentro destes insetos, as microfilárias são transmitidas a pessoas sadias através de picadas durante uma nova ingestão de sangue. As microfilárias se alojam nos vasos linfáticos, sobretudo nos braços e pernas onde, depois de alguns meses, atingirão a maturidade sexual. Quando adultas, as filarias fêmeas (macrofilárias) podem viver entre 5 e 10 anos em seu hospedeiro e se reproduzem gerando milhares de larvas, as quais passam novamente à circulação sanguinea.
A espécie Wuchereria bancrofti é transmitida durante a noite pelas fêmeas dos mosquitos Anopheles, Mansonia e Culex e a espécie Brugia malayi é transmitida pelos mosquitos fêmeas (também de atividade noturna) Anopheles, Mansonia e Aedes.
Quando o quadro clínico aparece os sintomas iniciais estão relacionados com a resposta inflamatória subsequente à presença dos parasitas. A fase aguda ocorre com febre e calafrios que acontecem em intervalos irregulares, com ou sem inflamação de vasos linfáticos ou gânglios e reações inflamatórias das extremidades inferiores e genitais. Na medida em que a infecção se desenvolve, a presença dos vermes adultos nos vasos linfáticos provoca sua obstrução, impedindo o fluxo linfático normal, implicando no acúmulo de líquido pelo tecido, no engrossamento e hipertrofia dos tecidos afetados.
As formas mais frequentes de elefantíase são:
- Elefantíase das pernas: o edema começa no dorso do pé e chega até o joelho, mas dificilmente chega aos quadris. Apresenta a pele muito grossa, com muita fibrose e superfície enrugada, fato que lembra a pele do elefante. A ulceração é frequente no tecido danificado.
- Elefantíase do saco escrotal e do pênis: é uma das manifestações mais frequentes, com grande crescimento destas partes, devido a sua
natureza pendente.
- Elefantíase de braços, mamas ou vulva: são zonas mais raramente afetadas com mudanças na pele semelhantes as das pernas.
O diagnóstico de qualquer uma das filarioses passa pela observação clínica de algum dos sintomas associados à doença.

Gastrite

O que é?

O estômago é um tipo de bolsa que recebe o que ingerimos. Internamente, é forrada por mucosa, uma camada rosada parecida com a que temos em nossa boca.
Gastrite é a inflamação da mucosa do estômago e, muitas vezes, tem diferente significado para os leigos e para os médicos.
O público, freqüentemente, usa o termo gastrite como queixa, representando vários desconfortos relacionados com o aparelho digestivo.
Gastrite aguda
Gastrites agudas permitem uma abordagem mais simplificada, por serem de aparecimento súbito, evolução rápida e facilmente associadas a um agente causador.
Medicamentos, infecções e estresse físico ou psíquico podem levar à uma gastrite aguda.
Ácido acetil-salicílico (aspirina, AAS), antiinflamatórios não esteróides, corticóides, bebidas alcoólicas e a ingestão acidental ou suicida de certas substâncias corrosivas são exemplos de agentes agressores.
Alimentos contaminados por germes, como bactérias, vírus, ou por suas toxinas são causa freqüente de inflamação aguda do estômago, como parte de uma infecção, genericamente conhecida como gastroenterite aguda.
Situação bastante conhecida é a hemorragia digestiva superior aguda, com vômitos e evacuações com sangue.
A hemorragia digestiva pode ocorrer como complicação de situações graves como o estresse pela longa permanência dos doentes em UTI (Unidade de Tratamento Intensivo), em períodos pós-operatórios, em pacientes com queimaduras em extensas áreas do corpo, em politraumatizados ou em pacientes com infecção generalizada (chamada de septicemia).
Gastrite crônica
Em relação à gastrite crônica, também, existe muita confusão, principalmente no que se refere aos sintomas e à relação com os agentes causadores.
Sabe-se que a bactéria Helicobacter pylori pode determinar uma gastrite crônica.
Na gastrite crônica atrófica, situação em que diminuem muito as células da mucosa do estômago, existe considerável redução na produção do ácido gástrico, que é importante para a "esterilização" do que ingerimos e para a digestão dos alimentos.
Por vezes, a bile que o fígado descarrega na porção inicial do intestino delgado (chamado de duodeno), reflui para o estômago, causando inflamação crônica.

Nocardiose Pulmonar e Cutânea


Nocardiose Pulmonar e Cutânea


Nocardiose é a infecção localizada ou disseminada causada por bactérias gram positivas do gênero Nocardia. Acomete mais freqüentemente pulmão, pele e sistema nervoso central. Ocorre principalmente em indivíduos com deficiência de imunidade celular e deve ser investigada principalmente quando se tem associação de manifestações respiratórias, cutâneas e neurológicas nesse grupo de pacientes.

A transmissão da doença geralmente ocorre por
via inalatória, com deposição nos pulmões, podendo
haver disseminação para outros locais. Entretanto,
pode haver infecção cutânea primária após
inoculação direta do microorganismo, como após
trauma ou cirurgia. Não há evidência de transmissão
inter-humana ou de animais para humanos.

Para o diagnóstico definitivo, há necessidade
de isolamento e identificação do organismo a partir
de biópsia ou aspirado dos locais acometidos ou
de secreção respiratória.

O tratamento antibiótico recomendado depende
da gravidade e localização da infecção e da imunidade
do hospedeiro.

A duração do tratamento depende da localização
das lesões e da imunidade do hospedeiro. Para
lesões cutâneas, deve ser mantido por três meses,
enquanto que para as formas pulmonares e sistêmicas
(sem acometimento de SNC), prolonga-se
por até seis meses.

Em resumo, a nocardiose é uma infecção de
difícil diagnóstico e deve ser incluída no diferencial
de casos com manifestações respiratórias, cutâneas
e/ou neurológicas, principalmente em indivíduos
com imunodeficiência celular ou com
pneumopatia crônica.

Varíola



A varíola é uma doença infecto-contagiosa provocada pelo vírus Orthopoxvírus variolae, um dos maiores vírus que afeta o ser humano. Foi conhecido quando uma múmia de 1550-1307 a.C. apresentava vestígios do vírus. Ao entrar no organismo humano, o vírus se hospeda em uma determinada célula, onde fabrica suas proteínas e multiplica-se no citoplasma da mesma. O sistema imunitário do organismo reage contra o vírus destruindo as células antes que o vírus se multiple, porém o sistema imunitário não consegue bloquear completamente a multiplicação do vírus, pois a proteína que produz faz com que o mesmo fique resistente aos anticorpos. A transmissão da doença ocorre através do contato com pessoas doentes e pelos objetos utilizados por essa mesma essoa. Após 14 dias de incubação a doença começa a se manifestar, os primeiros sintomas são: febre, mal-estar, fadiga, dores pelo corpo, manchas avermelhadas, vômitos e náuseas. As manchas avermelhadas que aparecem na pele se transformam em bolhas purulentas que após um período secam e formam crostas. Como a doença fragiliza o sistema imunitário do indivíduo há grande possibilidade de, nesse período, contrair novas doenças e infecções. Como é uma doença provocada por vírus, não existem tratamentos específicos, sendo que a preocupação é voltada para as seqüelas que a doença pode deixar. A doença pode ser prevenida através da vacina que cria imunidade contra o vírus. Atualmente, a varíola é uma doença praticamente extinta já que há tempos não faz vítimas (1980), porém existe a preocupação de existirem armas químicas com o vírus.

Leucemia...


O que é leucemia?


A palavra leucemia refere-se um grupo de cânceres que afetam as células brancas do sangue. Leucemia se desenvolve na medula óssea, a qual produz três tipos de células sanguíneas:1. Células vermelhas que contêm hemoglobina e são responsáveis por transportar oxigênio pelo corpo.2. Células brancas que combatem infecções.3. Plaquetas que auxiliam a coagulação sanguínea.


Leucemia é caracterizada pela produção excessiva de células brancas anormais, superpovoando a medula óssea. A infiltração da medula óssea resulta na diminuição da produção e funcionamento de células sanguíneas normais. Dependendo do tipo, a doença pode se espalhar para os nódulos linfáticos, baço, fígado, sistema nervoso central e outros órgãos e tecidos, causando inchaço na área afetada.


Sintomas da leucemiaDanos à medula óssea resultam na falta de plaquetas no sangue, as quais são importantes para o processo de coagulação. Isso significa que pessoas com leucemia podem sangrar excessivamente. As células brancas do sangue, que estão envolvidas no combate a agentes patogênicos, podem ficar suprimidas ou sem função, colocando o paciente sob risco de infecções

Pediculose da cabeça (Piolhos)




Pediculose e Escabiose
Pediculose (piolho)
Geralmente são achados ovos (lêndeas) do piolho na cabeça. Esses ovos são brancos, pequenos e não desgrudam com facilidade do fio de cabelo. A coceira e intensa, principalmente na nuca.
Como evitar:
Não usar pente de outra pessoa.
Evite usar chapéu, gorro ou boné emprestados
Troque de roupas todos os dias
Como tratar:
Passar pente fino todos Os dias no cabelo
Lavar a cabeça com produto adequado (o medico sabe o que deve receitar)
Nunca use inseticida para matar piolho porque você pode Ter uma intoxicação grave.
Escabiose (sarna)
E uma doença altamente contagiosa que provoca uma coceira insuportável.Os caroços geralmente aparecem com mais freqüência:
Entre os dedos
Nas axilas (embaixo do braço)
Ao redor da cintura
Nos punhos
Para acabar com a sarna as roupas de cama e pessoais, devem sen trocadas todos os dias. Lavar de preferência com água quente e passar com ferro em temperatura também elevada. Se conhecer algum caso ou suspeitar, vá a uma UNIDADE BÁSICA DE SAUDE

Pediculose



O que é?
A pediculose da cabeça é uma doença parasitária, causada pelo Pediculus humanus var. capitis, vulgarmente chamado de piolho. Atinge principalmente crianças em idade escolar e mulheres e é transmitida pelo contato direto interpessoal ou pelo uso de utensílios como bonés, escovas ou pentes de pessoas contaminadas.
Manifestações clínicas
A doença tem como característica principal a coceira intensa no couro cabeludo, principalmente na parte de trás da cabeça e que pode atingir também o pescoço e a região superior do tronco, onde se observam pontos avermelhados semelhantes a picadas de mosquitos. Com a coçadura das lesões pode ocorrer a infecção secundária por bactérias, levando inclusive ao surgimento de glânglios no pescoço.
Geralmente a doença é causada por poucos parasitas, o que torna difícil encontrá-los, mas em alguns casos, principalmente em pessoas com maus hábitos higiênicos, a infestação ocorre em grande quantidade. Achado comum que fecha o diagnóstico de pediculose são as lêndeas, ovos de cor esbranquiçada depositados pelas fêmeas nos fios de cabelo.
Tratamento
O tratamento da pediculose da cabeça consiste na aplicação nos cabelos de medicamentos específicos para o extermínio dos parasitas e deve ser repetido após 7 dias. Existe também um tratamento através de medicação via oral, sob a forma de comprimidos tomados em dose única. Em casos de difícil tratamento, os melhores resultados são obtidos com a associação dos tratamentos oral e local.
A lavagem da cabeça e utilização de pente fino ajuda na retirada dos piolhos. As lêndeas devem ser retiradas uma a uma, já que os medicamentos muitas vezes não eliminam os ovos. Para facilitar a retirada das lêndeas, pode ser usada uma mistura de vinagre e água em partes iguais, embebendo os cabelos por meia hora antes de proceder a retirada.
Em crianças que frequentemente aparecem com piolhos, recomenda-se manter os cabelos curtos e examinar a cabeça em busca de parasitas, usando o pente fino sempre que chegarem da escola que é, geralmente, o principal foco de infecção. As meninas de cabelos compridos devem ir à aula com os cabelos presos. A escola deve ser comunicada quando a criança apresentar a doença para que os outros pais verifiquem a cabeça de seus filhos, de modo que todos sejam tratados ao mesmo tempo, interrompendo assim o ciclo de recontaminação.

Imagens de Miíase




Miíase

Doença produzida por larvas de moscas. Ocorre em pacientes de baixo nível socioeconômico ou em pacientes de áreas rurais. Há duas formas de miíases: a primária e a secundária. Na miíase primária, a larva da mosca invade o tecido sadio e nele se desenvolve (nesta fase, como parasita obrigatório). Na secundária, a mosca coloca seus ovos em ulcerações na pele ou mucosas e as larvas se desenvolvem nos produtos de necrose tecidual.

Vacina contra o HPV

Já chegaram ao Brasil as vacinas para prevenir a infecção pelo HPV.
Há uma centena de tipos de
HPV, mas a maioria das infecções é causada por apenas quatro deles. As versões 16 e 18 do vírus são responsáveis por 70% dos casos de câncer de colo de útero. Já os HPV 6 e 11 respondem por 90% das verrugas genitais.
Fabricada pelo laboratório Merck Sharp & Dhome, a Vacina Quadrivalente contra o HPV protege contra quatro tipos do vírus – o 6, 11, 16 e 18 -, que são responsáveis por 70% dos casos de câncer do colo de útero e por 90% das verrugas genitais e está indicada em mulheres entre 9 e 26 anos de idade.
Fabricada pelo laboratório GSK , a Vacina Cervarix, também chamada de Vacina contra HPV oncogênico da GSK, protege contra os vírus 16 e 18. Segundo informações do fabricante, "A vacina demonstrou 100% de eficácia contra as infecções incidentes e persistentes, contra as anormalidades citológicas e o desenvolvimento histológico de NIC associados ao HPV-16 e ao HPV-18.9" Como a anterior, a idade recomendada da vacinação é a mesma.
Ambos os fabricantes apresentam pesquisas suficientes que mostram uma proteção duradoura nas mulheres vacinadas para o risco de câncer de útero. Solicitamos que entre em contato com seu médico pessoal para saber as vantagens da vacina contra HPV.

ENDOMETRIOSE E DOR PÉLVICA


ENDOMETRIOSE E DOR PÉLVICA


A endometriose é uma ginecopatia que acomete mulheres em idade reprodutiva desde a puberdade até a menopausa.

Consiste na presença de endométrio em locais fora do útero, sendo uma doença progressiva que pode provocar lesões no aparelho reprodutor, e como resultado disso, o aparecimento de manifestações dolorosas e infertilidade.

Estima-se que a endometriose seja responsável por 40% das queixas de dor pélvica crônica e por 35% dos casos de infertilidade feminina.

É referenciada como "doença da mulher moderna".

A entrevista clínica é o recurso mais utilizado para realizar o diagnóstico, sendo possível identificar a presença e intensidade da depressão.

Choque hipovolêmico

Forma de choque; uma condição onde o coração é incapaz de fornecer sangue suficiente para o corpo devido a perda de sangue, distúrbio circulatório ou volume sangüíneo inadequado.


Causas, incidência e fatores de risco:

A perda de aproximadamente um quinto do volume sangüíneo normal, por qualquer causa, pode causar choque hipovolêmico. Isto inclui sangramento do intestino ou estômago, outros sangramentos internos, sangramentos externos (por cortes ou lesões) ou perda de volume sangüíneo e líquidos do corpo (como pode ocorrer com diarréia, vômitos, obstrução intestinal, inflamações, queimaduras e outros).

É uma condição médica caracterizada pela ocorrência dos seguintes sintomas:

frequência cardíaca elevada
frequência respiratória elevada
baixa pressão arterial

O choque hipovolêmico pode ser causado pela liberação de toxinas no TGI pelo Vibrio cholerae(Bacilo da Colera). Que ao se ligarem nos receptores de Na causam o aumento da permeabilidade dos capilares e liberação por osmose de água e Cl intracelulares, levando ao extravasamento de liquido plasmático e diarréias com hipersecreção de cloreto.

Hemorragia

É a perda de sangue do sistema circulatório.
A resposta inicial do sistema cárdio-circulatório à perda aguda de sangue é um mecanismo compensatório, isto é, ocorre vasoconstrição cutânea, muscular e visceral, para tentar manter o fluxo sanguíneo para os rins, coração e cérebro, órgãos mais importantes para a manutenção da vida.
Pode ser de 4 tipos:

Hemorragia Classe I
Sinais e sintomas: mínimos. Ocorre apenas um leve aumento da freqüência cardíaca.

Hemorragia Classe II
Sinais e sintomas: Taquicardia (freqüência cardíaca acima de 100), taquipneia (respiração rápida) e diminuição da pressão do pulso (pulso fino) e leve diminuição da diurese.

Hemorragia Classe III
Sinais e sintomas: Além dos sintomas da hemorragia classe II, apresenta sinais clássicos de hipoperfusão. Existe diminuição do nível de consciência, palidez e sudorese fria.

Hemorragia Classe IV
Sinais e sintomas : Este é o grau de exsanguinação, isto é, o paciente fica sem sangue. Apresenta taquicardia extrema, marcada queda da pressão sistólica e dificuldade para perceber a pulsação. O débito urinário é próximo de zero. Há perda total da consciência.

domingo, 29 de novembro de 2009

Quelóide



É uma hipertrofia celular que ocorre nas lesões cicatriciais de algumas regiões do corpo, ou seja, é "uma cicatriz que não sabe quando parar de crescer". Ele se caracteriza por uma cicatriz endurecida, que se eleva acima do nível normal da pele. O formato costuma ser irregular, e a lesão tem a tendência de aumentar progressivamente com o passar do tempo. Ao contrário das cicatrizes normais, o quelóide não diminui de espessura.

A maioria dos quelóides aparece depois de machucados ou cirurgias, porém podem surgir espontaneamente ou até mesmo em locais de cicatrização de acne, queimaduras ou colocação de piercings.


Características

A cicatriz começa como uma placa rosada ou avermelhada, de consistência firme e elástica, bem definida. Nos primeiros meses sua identificação pode ser comprometida, mas, a seguir, o crescimento excessivo e descontrolado faz com que a cicatriz cresça além dos limites da lesão original, se torne lisa, de forma irregular, hiperpigmentada, de consistência rígida e sintomática.


Tratamento

É muitas vezes difícil, sendo frequente o seu retorno. A retirada cirúrgica deve sempre ser acompanhada de outros tratamentos, como infiltração de corticosteróides, compressão ou radioterapia. A crioterapia com nitrogênio líquido (tratamento que congela o quelóide), precedendo a infiltração, também pode trazer bons resultados.

LEIOMIOMA



MACROSCOPIA: os miomas têm um aspecto macroscópico cinza-esbranquiçado, como visualizado na figura. Aos cortes transversais, apresentam consistência firme e nítida delimitação, sendo geralmente arredondados. Observa-se também um padrão espiralado (feixes de músculo liso) e nos miomas grandes podem aparecer áreas de amolecimento avermelhadas (degeneração vermelha).


MICROSCOPIA: São visualizados feixes espiralados de células musculares lisas bem diferenciadas (padrão fusiforme), com núcleos ovalados e bem semelhantes às do miométrio normal. São raras as figuras de mitose.

Neoplasias malignas


Produzem destruição local, a destruição em locais distantes e geral, desordens metabólicas. P ode causar a morte se não for tratada de forma adequada e oportuna. Elas são coletivamente chamados de câncer.


Características gerais

O crescimento rápido (semanas a meses), não podem ser abundantes mitoses, necrose, e crescimento discordantes entre parênquima e estroma. Malignidades cutâneas ou nas mucosas provoca úlceras de necrose tumoral (tumores ulcerados).

Crescimento infiltrativo e invasivo, destrutivo. Mal definidas, irregulares, de acordo com a resistência relativa de vários tecidos de invasão: tecido conjuntivo frouxo e o lúmen dos pequenos vasos linfáticos oferecer pouca resistência à invasão, a resistência das paredes das artérias, ossos e cartilagens oferecer mais, mas também pode ser invadido.

Neoplasia benignas


Ocorrer apenas alterações locais, geralmente de um mecânico. Nestes rara ocorrência de morte, embora dependendo de fatores topográficos ou funcional do próprio tumor, pode ser letal.

Exemplos: compressão do meningioma cerebral, adenoma da paratireóide pela hipercalcemia.


Características gerais.

Crescimento lento (meses ou anos).
Crescimento expansivo
Tumores arredondado, às vezes, encapsulados, bem demarcada. Elas podem ser completamente removido cirurgicamente, sem re-aparecer, ou nenhum retorno.
Células típicas do tecido de que são originários, que está muito bem células diferenciadas.
Mitoses raras ou ausentes.

Infarto





É definido como uma lesão tecidual isquêmica irreversível, isto é, devida à falta de oxigênio e nutrientes, geralmente associado a um defeito da perfusão sanguínea (oclusão do suprimentoarterial ou da drenagemvenosa). Esta situação vai levar à morte celular (necrose), a qual vai desencadear uma reaçãoinflamatória local. Nem todos os infartos são detectados clinicamente, pois alguns não condicionam alterações funcionais significativas (micro-infartos), sendo apenas detectados através da dosagem de enzimas marcadoras de necrose.

Hiperemia


É um aumento da quantidade de sangue circulante num determinado local, ocasionado pelo aumento do número de vasos sanguíneos funcionais.

Oncogene


É a denominação dada aos genes relacionados com o surgimento de tumores, sejam malignos ou benignos. As versões de função normal de oncogenes, os proto-oncogenes, são genes responsáveis pelo controle da divisão celular (mitose) e pelo controlo da tradução proteica. Após sofrer uma mutação génica somática um proto-oncogene torna-se eventualmente um oncogene.

Muitos oncogenes já foram identificados, os principais dos quais relacionados ao surgimento do câncer de mama.

Oncogene

É a denominação dada aos genes relacionados com o surgimento de tumores, sejam malignos ou benignos. As versões de função normal de oncogenes, os proto-oncogenes, são genes responsáveis pelo controle da divisão celular (mitose) e pelo controlo da tradução proteica. Após sofrer uma mutação génica somática um proto-oncogene torna-se eventualmente um oncogene.

Muitos oncogenes já foram identificados, os principais dos quais relacionados ao surgimento do câncer de mama.

Carcinoma da mama


Pode ter origem nas glândulas mamárias (carcinoma lobular), ou nos ductos do peito (carcinoma ductal). Quando se propaga para além do lóbulo, ou túbulo, designa-se por carcinoma invasivo; caso contrário eleé denominado carcinoma in-situ.


Fator de risco

Idade e Gênero;

Factores Genéticos e História Familiar de Cancro da Mama;

Menstruação Precoce e Menarca Tardia;

Contraceptivos Orais;

Terapêutica de Substituição Hormonal;


Sintomas

Na sua fase precoce o cancro da mama não revela sintomas. À medida que vai progredindo,forma-se uma “massa” perceptível à palpação. Por vezes a pele que envolve o tumor pode enrugar e também pode ocorrer um corrimento anormal pelos mamilos, dor e desconforto. A maioria dos carcinomas mamários é detectada pelo auto-exame de palpação, ou por amografia.

Trombose


Trombo significa coágulo sangüíneo. Trombose é a formação ou desenvolvimento de um trombo.

A trombose pode ocorrer em uma veia situada na superfície corporal, logo abaixo da pele. Nessa localização é chamada de tromboflebite superficial ou simplesmente tromboflebite ou flebite.
Quando o trombo se forma em veias profundas, no interior dos músculos, caracteriza a trombose venosa profunda ou TVP.
Em qualquer localização, o trombo irá provocar uma inflamação na veia, podendo permanecer restrito ao local inicial de formação ou se estender ao longo da mesma, provocando sua obstrução parcial ou total.

NEOPLASIA


São “ Proliferações locais de clones celulares cuja reprodução foge ao controle normal, e que tendem para um tipo de crescimento autônomo e progressivo, e para a perda de diferenciação."

Síndrome de Asperger

O síndrome de Asperger ou o transtorno de Asperger ou ainda Desordem de Asperger é um síndrome que está relacionado com o autismo, diferenciando-se deste por não comportar nenhum “atraso ou retardo global no desenvolvimento cognitivo ou de linguagem”.

Suspeita-se que Albert Einstein, o físico Isaac Newton, o compositor Mozart e o pintor renascentista Miguel Ângelo também fossem portadores da síndrome, além do cineasta Stanley Kubrick e do filósofo Wittgenstein, bem como Andy Warhol.

Características
  1. Interesses específicos ou preocupações com um tema em detrimento de outras actividades;
  2. Rituais ou comportamentos repetitivos;
  3. Peculiaridades na fala e na linguagem;
  4. Padrões de pensamento lógico/técnico extensivo (às vezes comparado com os traços de personalidade do personagem Spock de Jornada nas Estrelas);
  5. Comportamento socialmente e emocionalmente impróprio e problemas de interacção inter pessoal;
  6. Problemas com comunicação não-verbal;
  7. Transtornos motores, movimentos desajeitados e descoordenados.

Mastectomia Radical



Mastectomia é o nome da cirurgia de remoção completa da mama. É um dos tipos de tratamento cirúrgico para o câncer de mama.

Um dos tipos de mastectomias é a Mastectomia radical a Halsted que consiste na retirada da glândula mamária, associadas à retirada dos músculos peitorais e a linfadenectomia axilar completa. Atualmente é um procedimento incomum, devido à alta morbidade a ela associada e a resultados bastante satisfatórios de técnicas mais conservadoras.

Convulsão febril


A febre na criança pode causar apenas um desconforto passageiro mas, em algumas crianças pequenas, ela pode desencadear a convulsão febril.

A convulsão também é um enigma - a comunidade que pesquisa a epilepsia tem procurado entender como a febre desencadeia a convulsão e como pode ser tratada.
A convulsão febril afeta cerca de uma em cada quinze crianças no mundo, geralmente entre a idade de 6 meses e 6 anos. A maioria das crianças não terá seqüelas decorrentes da convulsão, mas algumas poderão desenvolver epilepsia.

Há muito tempo, suspeita-se que os receptores Gaba-A desempenham um papel na epilepsia porque eles são os principais receptores inibidores no cérebro e devem, portanto, atenuar a hiperexcitabilidade que caracteriza a convulsão.

Na realidade, mutações nos receptores GABA-A foram relacionados com formas hereditárias de epilepsia no início de 2001.

O histórico de convulsão febril é uma característica comum em famílias com mutações na subunidade gama do receptor GABA-A - uma das várias partes de proteína que compõe o receptor funcional.

A inibição pela febre de receptores GABA-A na membrana celular pode deixar um neurônio aberto para excitação e descarga repetitiva que caracterizam a convulsão.

Síndrome de Crohn


A doença de Crohn é uma doença crônica inflamatória intestinal, que atinge geralmente o íleo e o cólon (mas pode afectar qualquer parte do tracto gastrointestinal). Muitos danos são causados por células imunológicas que atacam uma ou mais partes dos tecidos do tubo digestivo, mas não há certeza de etiologia autoimune. Os sintomas e tratamentos dependem do doente, mas é comum haver dor abdominal, diarreia, perda de peso e febre. Atualmente não há cura para esta doença, no entanto os tratamentos permitem alívio dos sintomas e melhoria de qualidade de vida.

A doença de Crohn é uma das principais doenças inflamatórias intestinais. A outra é a colite ulcerosa, que difere em vários detalhes. Muitos acreditam que a doença de Crohn e a Colite ulcerosa são duas manifestações extremas de um mesma patologia intestinal subjacente.

Termos hemorrágicos:









Tipos de choque mais comuns:

Choque cardiogênico: causado por uma lesão no miocárdio (devido a infarto, por exemplo), por arritmias ou por obstrução do fluxo de saída sangüínea (por exemplo, embolia pulmonar); esses fatores levam à falência da bomba miocárdica, o que impede o bombeamento do sangue, levando ao choque.

Choque hipovolêmico ou hemorrágico: as grandes perdas sangüíneas como conseqüência de hemorragias levam à diminuição do volume sangüíneo. Grandes queimaduras ou outros tipos de traumatismos também levam à diminuição do volume sangüíneo (nesse caso, o choque é denominado de "traumático).

Choque séptico: é decorrente da disseminação de microorganismos no sangue oriundos de infecções locais graves. Esses microorganismos, principalmente bacilos Gram-negativos, liberam endotoxinas, as quais atuam nos leucócitos e células endoteliais. Essas endotoxinas promovem lesões nessas células ou alteram as funções destas. Dentre essas alterações, estão a maior capacidade de adesão dos leucócitos aos endoteliócitos e a maior capacidade de desencadear mecanismos de coagulação. Essas alterações culminam com a formação de trombos capilares e a coagulação intravascular exacerbada, o que altera a circulação sangüínea.

Choque anafilático: decorrente de reações por hipersensibilidade do tipo I (anticorpos), promovendo grande permeabilidade vascular e saída de líquido para fora do vaso, diminuindo sua volemia.

Choque neurogênico: acidentes com anestésicos ou lesões traumáticas na medula espinal podem desencadear vasodilatações periféricas generalizadas, levando ao choque .

Choque séptico

O choque séptico é uma condição na qual a pressão arterial cai a níveis potencialmente letais como conseqüência da sépsis. O choque séptico ocorre mais freqüentemente em recém-nascidos, em indivíduos com mais de 50 anos de idade e naqueles com comprometimento do sistema imune. A sua gravidade é maior quando a contagem leucocitária encontra-se baixa, como ocorre em indivíduos com câncer e que fazem uso de drogas antineoplásicas ou que apresentam doenças crônicas.

O choque séptico é causado por toxinas produzidas por certas bactérias e por citocinas, que são substâncias sintetizadas pelo sistema imune para combater as infecções. Os vasos sangüíneos dilatam, produzindo queda da pressão arterial apesar do aumento da freqüência cardíaca e do volume de sangue bombeado. Os vasos sangüíneos também podem tornar-se mais permeáveis, permitindo o escape de líquido da corrente sangüínea para os tecidos, causando edema.

O fluxo sangüíneo aos órgãos vitais, sobretudo aos rins e ao cérebro, diminui. Posteriormente, os vasos sangüíneos contraem em uma tentativa de elevar a pressão arterial, mas o débito cardíaco diminui e, conseqüentemente, a pressão arterial permanece muito baixa.

Os sintomas iniciais podem incluir calafrios com tremores, um aumento rápido da temperatura, pele quente e avermelhada, um pulso acelerado e oscilações da pressão arterial

Consequências do choque séptico

Embolia pulmonar


A embolia pulmonar ocorre quando um coágulo ( trombo ), que está fixo numa veia do corpo, se desprende e vai pela circulação até o pulmão, onde fica obstruindo a passagem de sangue por uma artéria.
A área do pulmão suprida por esta artéria poderá sofrer alterações com repercussões no organismo da pessoa, podendo causar sintomas. Às vezes, mais de um trombo pode se deslocar, acometendo mais de uma artéria.


Algumas situações que colaboram para o aparecimento desta doença:

Fraturas ósseas com imobilização prolongada do paciente
Pacientes com câncer
Pessoas que passam muito tempo acamadas, sem atividade física
Cirurgias
Uso de anticoncepcionais com estrógeno
Varizes
Tabagismo
Obesidade

Outras causas de embolia pulmonar:

Pessoas que sofrem fraturas expostas (com exposição do osso) podem ter a liberação da gordura que está dentro do osso para a corrente sangüínea. A gordura poderá chegar aos pulmões, configurando o quadro que chamamos de embolia pulmonar gordurosa.
Outro tipo de embolia que pode acontecer em pessoas que usam drogas de abuso nas veias. Nestes casos, algum corpo estranho (objeto diminuto) pode chegar nos pulmões pela circulação, após a injeção da droga, e causar uma embolia.
Existe ainda um tipo de embolia muito infreqüente que ocorre nas mulheres grávidas no momento do parto, chamada embolia pulmonar pelo líquido amniótico.

O que é trombose???

Trombo significa coágulo sangüíneo.
Trombose é a formação ou desenvolvimento de um trombo.
A trombose pode ocorrer em uma veia situada na superfície corporal, logo abaixo da pele. Nessa localização é chamada de tromboflebite superficial ou simplesmente tromboflebite ou flebite.
Quando o trombo se forma em veias profundas, no interior dos músculos, caracteriza a trombose venosa profunda ou TVP.
Em qualquer localização, o trombo irá provocar uma inflamação na veia, podendo permanecer restrito ao local inicial de formação ou se estender ao longo da mesma, provocando sua obstrução parcial ou total.

Nas veias superficiais, ocorre aumento de temperatura e dor na área afetada, além de vermelhidão e edema (inchaço).
Nas veias profundas, apresenta-se o edema e a dor, normalmente restritos a uma só perna. O edema pode se localizar apenas na panturrilha e pé ou estar mais exuberante na coxa, indicando que o trombo se localiza nas veias profundas dessa região ou mais acima da virilha.

sábado, 28 de novembro de 2009

Febre Reumática


Febre Reumática


A Febre Reumática (FR) é uma doença com significativa prevalência na população de pacientes em idade escolar.


Constitui-se na principal causa de cardiopatia crônica em adultos jovens em países em desenvolvimento.


A prevenção é de fácil manejo terapêutico, embora com reduzido índice de adesão. Até o momento, a melhor forma de evitarmos as seqüelas cardíacas é através da identificação e tratamento precoces e a manutenção de uma adequada profilaxia secundária.


De acordo com o Ministério da Saúde brasileiro, a prevalência da febre reumática é de 3% a 5% em crianças e adolescentes.


A febre reumática constituem um problema de saúde pública. É a causa adquirida mais comum de doença cardíaca valvar e, conseqüentemente, de suas complicações, como a EI (endocardite infecciosa).